" velho como a Sé de Braga"?

 




Sé de Braga

A Sé de Braga possui um rico legado histórico que remonta a mais de 900 anos. 

A sua construção iniciou-se no século XI, sob a direção do Arcebispo D. Pedro de Braga, numa época em que Portugal emergia do domínio mouro. 

A catedral foi concluída pelo seu sucessor, o arcebispo Paio Mendes, em 1089 d.C.

A longa história da catedral significa que esta foi alvo de numerosos acrescentos e renovações ao longo dos séculos, cada um deixando a sua marca única na sua arquitetura. Dos estilos românico, gótico e barroco.

A Sé de Braga oferece a quem a visita, uma visão dos vários períodos da arquitetura portuguesa.

A Catedral é dos monumentos mais visitados da cidade de Braga, e está classificada como Monumento Nacional desde 1910. 

É considerada como um centro de irradiação episcopal e como um dos mais importantes templos do românico no país. 

É neste monumento que se encontram os famosos túmulos de Henrique de Borgonha, conde de Portugal, e de sua esposa, Teresa de Leão, pais de D. Afonso Henriques, o fundador e primeiro rei de Portugal. Os túmulos podem ser visitados na Capela dos Reis.

Percebe agora a expressão “velho como a Sé de Braga”? 

Demore-se, observe com atenção os detalhes e se estes maravilham, o interior surpreende ainda mais – o museu de arte sacra guarda verdadeiros tesouros nacionais!



Sé de Braga na Semana Santa.



Procissão do Senhor «Ecce Homo»

  É uma das manifestações mais significativas que compõem as solenidades bracarenses da Semana Santa. Popularmente conhecida como a procissão do Senhor da Cana Verde ou dos Fogaréus, evoca o julgamento de Cristo, quando Pilatos, dirigindo-se à multidão, proclamou: “Eis o Homem”, que em latim se pronuncia “Ecce Homo”, daí o nome dado à imagem que é transportada solenemente neste préstito. 

A origem e fundamento desta procissão deriva das práticas devocionais introduzidas no nosso país pelas Misericórdias. No dia da “desobriga” um préstito de penitentes que percorria as ruas em orações e lamentos. 

Os farricocos (ou fogaréus), ainda hoje integrados na procissão, são a personificação dos penitentes que ao longo dos séculos integraram esta manifestação.

 Além de muitas figuras alegóricas da Última Ceia e do julgamento de Jesus.



Procissão do Senhor "Ecce Homo"


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